Atualizado 2026-10-03 · 2 min de leitura
Renda, material, salários, formação: os custos de uma clínica sobem todos os anos, e muitas clínicas mantêm o mesmo preço durante anos por medo de perder pacientes. O resultado é uma margem que se estreita sem que ninguém o decida.
Subir preços não tem de ser traumático se for feito com critério, com aviso e respeitando o que o paciente já pagou.
Quando é altura de rever os preços
Uma revisão anual, num momento tranquilo como setembro ou janeiro, é o mais habitual. A referência não é a clínica do lado, mas o custo real de cada sessão: quanto tempo ocupa, que sala, que fisioterapeuta e que material.
Os relatórios da clínica ajudam a decidir: que tratamentos se pedem mais, quais enchem a agenda e quais deixam horas mortas.
Os pacotes já vendidos respeitam-se
Um pacote vendido é um compromisso: as sessões que o paciente já pagou respeitam-se ao preço a que as pagou. O preço novo aplica-se aos pacotes vendidos a partir desse dia.
É também um bom momento para oferecer a renovação do pacote antes da mudança, e que quem está a meio de um tratamento o possa terminar ao preço de sempre.
Comunicá-lo com tempo
Um aviso com um mês de antecedência, breve e sem desculpas, funciona melhor do que uma mudança sem aviso no talão. Basta dizer desde quando e o que muda.
Na ClaudIA, a mudança de preço faz-se no catálogo e vale a partir desse momento para o chat, o telefone e a marcação pela internet: ninguém dá um preço antigo. E o aviso aos pacientes pode enviar-se como campanha por WhatsApp, só a quem aceita comunicações da clínica.
Perguntas que as clínicas fazem
O que acontece aos pacotes já vendidos se subir o preço? As sessões já pagas respeitam-se. O preço novo aplica-se aos pacotes vendidos a partir da mudança.
Com quanta antecedência convém avisar? Um mês é o habitual. Um aviso breve, com a data e o que muda, costuma ser suficiente.
A ClaudIA aplica o preço novo sozinha? Sim. Muda-se o preço no catálogo e a partir desse momento a ClaudIA informa com o preço novo em todos os canais.