Atualizado 2026-08-15 · 2 min de leitura
As avaliações decidem a quem liga alguém que procura fisioterapeuta no seu bairro e não conhece ninguém. E quase todas as clínicas as pedem mal: tarde, a toda a gente da mesma forma, e com uma ligação que não leva a lado nenhum.
Quando se pede
Depois da sessão, no mesmo dia. Não uma semana depois, quando já se esqueceu, e não antes de ter acontecido alguma coisa. E não depois da primeira avaliação, que é quando o paciente ainda não pode opinar sobre nada.
A quem se pede
A forma que funciona é perguntar primeiro como correu, numa escala curta. A quem responde alto convida-se a deixar a avaliação no Google, com a ligação direta. A quem responde baixo não se convida a nada: a sua resposta chega-lhe a si em privado, com o motivo.
Isto não é filtrar avaliações: é perguntar antes. Quem quiser deixar uma avaliação má vai poder deixá-la na mesma, porque a sua ficha do Google é pública. O que se ganha é saber primeiro e poder resolver.
O que não se pode fazer
Oferecer um desconto em troca de uma avaliação vai contra as regras do Google e pode custar-lhe a ficha. Escrevê-las você, também. E pedi-las em lote a pacientes de há dois anos é a forma mais rápida de o Google as marcar.
E o que convém
Responder a todas, também às más, num tom que não discuta. Quem lê avaliações repara mais em como a clínica responde do que na queixa concreta.
Perguntas que as clínicas fazem
É possível pedir automaticamente? Sim, depois da sessão e com a pergunta de classificação antes. Pode desativá-lo por tratamento ou por paciente.
O que acontece às avaliações negativas? Chegam-lhe a si com o motivo e sem se publicarem em lado nenhum. O que fizer depois é consigo.
Quantas avaliações são precisas? Mais do que o total, importa o fluxo: vinte avaliações repartidas pelo ano pesam mais do que cinquenta do mesmo mês.