Atualizado 2026-08-21 · 2 min de leitura
A pergunta chega sempre, e quase sempre mal colocada: não é quanto custa, é com o que a compara e o que deixa de acontecer se a puser.
O que é preciso somar além da mensalidade
Em muitos fornecedores a mensalidade é só o princípio. Convém perguntar pela adesão, se há custo por conversa ou por mensagem, se os lembretes se cobram à parte, e pelo período de fidelização.
Na ClaudIA não há adesão, as conversas e os lembretes são ilimitados e não há fidelização. É exatamente o que convém perguntar a qualquer fornecedor.
Com o que se compara
Não com zero. Compara-se com o que já está a pagar sem ver: as horas da sua equipa a confirmar sessões uma a uma, as marquesas vazias por faltas que ninguém avisou, os pacotes que ficam a meio e os pedidos de marcação da noite que se respondem na segunda.
| Custo que já paga | Como se nota | O que muda |
|---|---|---|
| Confirmações à mão | Mais de meia hora por dia que ninguém regista | Envia-se e recolhe-se sozinho |
| Faltas sem aviso | Marquesa vazia sem margem para preencher | Confirmação + lista de espera |
| Pacotes a meio | Trabalho cobrado e não feito, e paciente que não volta | Aviso quando restam uma ou duas sessões |
| Mensagens fora de horas | O paciente já ligou para outro sítio | Respondidas no momento |
Como saber quanto lhe compensa
Conte uma semana: mensagens respondidas tarde, confirmações feitas à mão, faltas sem aviso e sessões de pacote por usar. Com esses quatro números à frente, a mensalidade compara-se com algo real, e a decisão costuma tomar-se sozinha.
Perguntas que as clínicas fazem
Há custo por número de pacientes? Não. O preço vai pelo tamanho da clínica e pelo número de unidades, não por quantos pacientes tem.
Há fidelização? Não. Se se for embora, exporta os seus dados e acabou.
A voz é à parte? A voz tem o seu próprio consumo porque as chamadas custam dinheiro de verdade. É-lhe dito quanto antes de a ligar.